Segundo estudo realizado pelo IBPAD (Instituto Brasileiro de Pesquisa e Análise de Dados), com parceria do CPS/UnB (Centro de Pesquisa em Comunicação Política e Saúde Pública da Universidade de Brasília), foi concluído que caberá ao Ministério da Saúde do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), dirigir um cuidado especial ao eleitorado de Jair Bolsonaro (PL) que sofreu mais com a pandemia, mas ainda assim demonstra maior hesitação vacinal e representa uma das nossas maiores vulnerabilidades coletivas à disseminação de variantes do SARS-CoV-2 – o vírus que transmite a doença.
Dados compilados pelo articulista do projeto “A comunicação no enfrentamento da pandemia de Covid -19”, financiado pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF). Programação do instrumento de coleta, supervisão da coleta e curadoria dos bancos de dados sob responsabilidade do IBPAD (Instituto Brasileiro de Pesquisa e Análise de Dados).
Com amostra nacional de 2.039 indivíduos, concluída em 30 de novembro, a pesquisa mostra que as pessoas que declaram ter votado em Bolsonaro no 2º turno das eleições de outubro, 45% delas informam terem contraído a doença. Já os eleitores de Lula no 2º turno, 35% –10 pontos percentuais a menos– disseram ter sido diagnosticados com covid-19.
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